sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
uma raposa pousou em meu cabelo

durante a aula, um desconhecido que sentava atrás mexeu nos meus cabelos. me virei e perguntei:
- o que foi?
- uma borboleta pousou no teu cabelo.
- borboleta?
- foi...
- poxa, eu quase nunca vejo uma borboleta, ela pousou em mim e vc tirou?
- ela ia acabar morrendo eninhada...
- tá. mas não foi uma raposa não?
- raposa?!
- é!
- não seria mariposa?
(30 minutos rindo na frente do professor de ciência política)
sábado, 14 de março de 2009
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
EU SOU FODA
c. diz:
mas você merece essa descontração depois desses dias estressantes
c. diz:
pra você o céu, princesa
(1 minuto)
guilherme diz:
hum, visse minha cara de encantadinha? (webcam)
c. diz:
vi
c. diz:
foi legal
guilherme diz:
era mentira
guilherme diz:
hahaha, to aprendeeeeendo!
c. diz:
tu me destroi porra
guilherme diz:
aprendiii, muleke!!!!
c. diz:
caralho
guilherme diz:
to igual a vc agora, toda piadista
c. diz:
isso não é humor não porra
c. diz:
crueldade do caralho
guilherme diz:
ooooooow...
guilherme diz:
mas eu fiz carinha de encantadinha, po =)
c. diz:
eu sei
c. diz:
tu é massa, po =)
guilherme diz:
só q era mentira
(1 minuto de novo)
c. diz:
caralho, você fez a mesma piada duas vezes e deu certo nas duas
c. diz:
sou muito otário mesmo
c. diz:
muito
guilherme diz:
HAHAHA
c. diz:
mas relaxa
guilherme diz:
nao, vc nao é otário
guilherme diz:
eu q sou foda ;)
c. diz:
relaxa
obs: guilherme e c. trocaram de nomes.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
o meu contentamento
sábado, 11 de outubro de 2008
Escolha

Apesar do medo
escolho a ousadia.
Ao conforto das algemas, prefiro
a dura liberdade.
Vôo com meu par de asas tortas,
sem o tédio da comprovação.
Opto pela loucura, com um grão
de realidade:
meu ímpeto explode o ponto,
arqueia a linha, traça contornos
para os romper.
Desculpem, mas devo dizer:
eu quero o delírio
(Por Lya Luft)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
a torta certa de sonho não quer e não sabe parar de sonhar
+2.jpg)
Eu sou a sujeira do pé torto de medo do certo
do preço incerto do tempo
desespero
do peito do pé esquerdo
de jeito sem jeito
sem fazer nada
pensando feio
a cabeça cheia de graça
a luz apagada
a preguiça do tudo
sempre atrasada
eu sou o erro do que pretende acerto
um gozo inteiro que não podia nascer
de certo veio
pra se esconder
fazendo
arte na rua
passando vergonha
olhando pro céu
Sonhando com a lua
pois eu tenho um sonho
um sonho bobo, torto, insano
que de tanto sonhar eu amo
me entronchei de amor pelo sonho
a torta certa de sonho não quer e não sabe parar de sonhar.
do preço incerto do tempo
desespero
do peito do pé esquerdo
de jeito sem jeito
sem fazer nada
pensando feio
a cabeça cheia de graça
a luz apagada
a preguiça do tudo
sempre atrasada
eu sou o erro do que pretende acerto
um gozo inteiro que não podia nascer
de certo veio
pra se esconder
fazendo
arte na rua
passando vergonha
olhando pro céu
Sonhando com a lua
pois eu tenho um sonho
um sonho bobo, torto, insano
que de tanto sonhar eu amo
me entronchei de amor pelo sonho
a torta certa de sonho não quer e não sabe parar de sonhar.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Eu ando chorando pelas ruas
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Vazio
Costuma-se imaginar uma dicotomia no mundo feminino. As pessoas dizem que há as mulheres que pensam e as que se arrumam. Poder-se-ia pensar que eu estou incluída nas que pensam. Não por eu merecer essa classificação, mas simplesmente porque eu não me arrumo. Mas aí é que tá: será que eu penso? Então, onde me encaixo? A verdade é que eu nem sou mulher. Nem sou gente. Eu nem tou aqui. Quem escreveu isso tudo?!
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